Conversor de fibra em projetos industriais complexos é um ponto crítico quando a homologação trava e o produto fica parado.
Quando isso acontece, fabricantes e distribuidores perdem tempo, margem e janela comercial.
E, muitas vezes, precisam revisar componentes no fim do projeto, muitas vezes tendo que refazer tudo…
Nesse sentido, queremos que você conheça a nossa história com a WEG, e como o desafio deles representa o que todo o mercado vive: risco de retrabalho, atraso no go-to-market, dependência de consultorias externas, custos extras de reengenharia e a eterna falta de previsibilidade no cronograma.
E, principalmente, como a Macnica DHW transformou esse cenário.

Conversor de fibra e o desafio real enfrentado pela WEG
Tudo começou quando a WEG precisava garantir comunicação confiável entre os inversores de frequência e o controlador mestre em ambientes extremos, como plataformas de petróleo, por exemplo.
Porém, a distância entre esses equipamentos podia chegar a 120 km, algo logicamente impossível de se resolver usando fibras plásticas de baixa taxa de transmissão, que só alcançavam algumas dezenas de metros…
Então, o projeto travou.
Porque, sem solução pronta e sem componente homologado, os riscos eram enormes:
- parar o desenvolvimento;
- refazer a arquitetura;
- atrasar certificação;
- perder ciclo comercial.
E essa é a dor de TODAS as empresas que desenvolvem equipamentos de comunicação, conectividade, RF e optoeletrônica no Brasil.
No caso da WEG, o bloqueio técnico colocava em risco o cronograma, o budget e a evolução do produto.
Nesse momento, a Macnica DHW entrou no desafio como empresa de tecnologia e inovação com capacidade real de engenharia.
A Macnica resolve problemas complexos em diferentes setores.
Se não houver solução pronta, nós desenvolvemos.
E foi assim que nasceu a solução.
A solução que destravou o projeto da WEG
Primeiro, o time da Macnica DHW analisou a arquitetura e mapeou o gargalo: o meio físico e a interface de comunicação.
Depois, desenvolveu, em torno de dois meses, um sistema de conversão e multiplexação de sinais capaz de pegar 5 fibras plásticas e convertê-las em uma única fibra óptica de vidro, permitindo:
- comunicação de longa distância (até 120 km)
- taxa de transmissão de 1,25 Gbps
- latência baixíssima com jitter <20 ns
- operação estável por semanas
- robustez para ambientes industriais agressivos
E tudo isso foi feito usando um FPGA, integrando hardware, firmware, validação e testes.
Esse desenvolvimento próprio evitou a troca de componentes no fim do projeto, reduziu riscos técnicos e diminuiu o impacto no cronograma. Ou seja, uma solução realmente robusta, exatamente como empresas do setor buscam quando enfrentam atrasos de homologação ANATEL, retrabalho e necessidade de reengenharia.
Esse desenvolvimento próprio evitou a troca de componentes no fim do projeto, reduziu riscos técnicos e diminuiu o impacto no cronograma.
Ou seja, uma solução realmente robusta, exatamente como empresas do setor buscam quando enfrentam atrasos de homologação ANATEL, retrabalho e necessidade de reengenharia.
Inovação global, excelência japonesa.
Componentes, soluções e suporte de ponta.
Conversor de fibra: onde Espressif e GigaDevice entram na redução de retrabalho
Depois de resolver a comunicação óptica do projeto com engenharia própria, a Macnica DHW também ajudou a WEG, e outras empresas, com o portfólio de componentes já homologados ou com histórico ANATEL.
Além disso, com Espressif e GigaDevice, o caminho fica mais seguro.
1) Menos retrabalho
Porque os chips já têm histórico regulatório consistente.
2) Maior previsibilidade de cronograma
Porque a Macnica acompanha do início ao fim:
- escolha do componente
- arquitetura
- testes
- interface com fabricante
- preparação para certificação
3) Redução de custo total
Porque evita reengenharia quando a certificação trava.
4) Aceleração do go-to-market
Porque o produto não precisa ser redesenhado no final.
5) Menos dependência de consultorias externas
Porque a Macnica faz o suporte técnico local e acompanha toda a jornada regulatória.
6) Integração direta com o fabricante
Porque reduz ruído técnico, agiliza correções e dá mais robustez ao projeto.
Em resumo, esse conjunto de engenharia + portfólio + suporte + histórico de homologação forma o ecossistema que destravou o case da WEG e vem destravando projetos de todo o setor.
FAQ – As perguntas que fabricantes e distribuidores mais fazem
1- O conversor de fibra ajuda a reduzir risco de homologação?
Sim. Porque evita revisões tardias de projeto, diminui interferências, aumenta imunidade eletromagnética e reduz erros estruturais que costumam reprovar produtos
2- Quais benefícios técnicos uma solução em FPGA traz para homologação?
- Maior previsibilidade de desempenho.
- Estabilidade em longos períodos (semanas ou meses).
- Controle total da sincronização de dados.
- Flexibilidade para ajustes sem reescrever o hardware.
3- Soluções Espressif e GigaDevice aceleram certificação?
Ajudam muito, porque têm histórico regulatório sólido e chipsets amplamente usados em produtos que passam por certificação ANATEL.
4- Por que as homologações atrasam?
Frequentemente, porque o projeto não nasce preparado para os requisitos técnicos e regulatórios, e porque as mudanças de componentes entre protótipo e lote inicial geram retrabalho imediato.
5- Como evitar atrasos no go-to-market?
Idealmente, iniciando o projeto com componentes já homologados ou amplamente utilizados no mercado brasileiro. A consultoria técnica da Macnica trabalha lado a lado com você para reduzir riscos, orientar ajustes e prevenir reengenharia.
6- Por que usar conversor de fibra em projetos de equipamentos de comunicação?
Porque ele garante estabilidade, baixa perda e alta imunidade eletromagnética em cenários industriais e de longa distância, reduzindo falhas e simplificando a certificação.
Além disso, produtos baseados em comunicação via fibra óptica tendem a apresentar maior previsibilidade e confiabilidade técnica.

Reduza riscos, acelere seu projeto e evite reengenharia
Quando fabricantes e distribuidores escolhem componentes homologados e contam com suporte técnico profundo, o caminho até a certificação fica mais curto.
E agora que você viu como a WEG conseguiu vencer um bloqueio técnico real, e como isso reflete o que o mercado vive diariamente, saiba que você também pode acelerar seus projetos, evitar retrabalho e chegar ao go-to-market com muito mais segurança.
Porque a Macnica DHW não é apenas fornecedora.
Somos especialistas no atendimento a empresas industriais, com foco em demandas técnicas, soluções de alta performance e valor agregado.
Sobre a GigaDevice
Líder no fornecimento de microcontroladores ARM (MCU) e memórias flash NOR e NAND de alta qualidade, a GigaDevice tem componentes ideais para aplicações em IoT, automação industrial, consumo eletrônico e sistemas embarcados.
Com um portfólio que também inclui sensores e soluções analógicas, ela oferece tecnologia robusta, baixo consumo de energia e suporte técnico especializado, ajudando desenvolvedores e fabricantes a criar produtos mais inteligentes, rápidos e confiáveis.
Sobre a Espressif
Líder global em conectividade sem fio para IoT, a Espressif é referência mundial em semicondutores e microcontroladores para conectividade wireless.
Reconhecida também por unir wi-fi, bluetooth e eficiência energética em seus módulos, ela permite que empresas desenvolvam dispositivos IoT confiáveis, flexíveis e preparados para os ambientes mais exigentes.
Com sua robustez e versatilidade, a Espressif se tornou a escolha preferencial para quem busca comunicação sem fio de confiança.
Sobre a Macnica DHW
A Macnica DHW é operação na América do Sul do grupo japonês Macnica Inc., maior distribuidor de semicondutores do Japão, e 5º maior do mundo.
Atualmente, o grupo Macnica possui equipes de desenvolvimento em soluções IoT, IA, hardware e software em vários pontos do globo.
E nesse sentido, a nossa tecnologia avança para seus negócios irem além, com soluções customizadas de acordo com sua necessidade.
Portanto, aproveite e leve as soluções que a Macnica DHW tem para sua empresa.

